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Vismodegibe - Bula

Para que serve

Vismodegibe (substância ativa) está indicado para o tratamento de pacientes adultos com carcinoma basocelular avançado (metastático ou localmente avançado) que não sejam candidatos à cirurgia nem à radioterapia.

Contraindicação

Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com hipersensibilidade conhecida a vismodegibe ou a qualquer excipiente contido na fórmula do medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas.

Se você estiver amamentando, não poderá usar este medicamento. Também não poderá amamentar por 24 meses depois de receber a última dose deste medicamento. Este medicamento pode provocar graves defeitos no desenvolvimento da criança.

O uso deste medicamento é contraindicado a mulheres com potencial para engravidar que não cumprem o programa de prevenção de gravidez deste medicamento.

O uso deste medicamento é contraindicado a homens que não cumprem o programa de prevenção de gravidez deste medicamento.

Este medicamento não deve ser coadministrado com erva-de-são-joão (Hypericum perforatum).

Em estudo em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou anomalias fetais, e houve clara evidência de risco para o feto maior que qualquer benefício possível para a paciente.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres que estejam amamentando.

Como usar

Dose habitual

A dose diária recomendada de Vismodegibe (substância ativa) é de 150 mg.

Vismodegibe (substância ativa) deve ser administrado por via oral, uma vez por dia, com ou sem alimento. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras e não devem ser abertas nem trituradas em hipótese alguma.

O tratamento com Vismodegibe (substância ativa) deve ser mantido até a progressão da doença ou até toxicidade inaceitável. Interrupções de tratamento de até 4 semanas foram permitidas com base na tolerabilidade individual.

O benefício de continuar o tratamento deve ser avaliado regularmente, sendo que a duração ideal da terapia varia para cada paciente.

Dose perdida

Caso uma dose de Vismodegibe (substância ativa) seja perdida, os pacientes devem ser orientados a não tomar aquela dose, e sim reiniciarem a administração com a próxima dose programada.

Instruções Posológicas Especiais

Pacientes idosos

Não é necessário nenhum ajuste de dose para pacientes >65 anos de idade.

Pacientes pediátricos

A segurança e a eficácia de Vismodegibe (substância ativa) não foram estabelecidas em pacientes pediátricos.

Pacientes com insuficiência renal

Não é necessário nenhum ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal.

Pacientes com insuficiência renal grave devem ser cuidadosamente monitorados para reações adversas.

Insuficiência hepática

Não é necessário nenhum ajuste de dose para pacientes com insuficiência hepática.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Precauções

Material educativo

A fim de auxiliar os profissionais de saúde e pacientes a evitar exposição embrionária e fetal ao Vismodegibe (substância ativa), os materiais educativos para reforçar os potenciais riscos associados ao uso do medicamento estão também disponíveis em www.roche.com.br (material destinado aos Pacientes) e www.dialogoroche.com.br (material destinado aos Profissionais de Saúde).

Gerais

Óbito embrio-fetal ou defeitos graves ao nascimento

Vismodegibe (substância ativa) pode provocar óbito embrio-fetal ou defeitos graves ao nascimento quando administrado a gestantes. Os inibidores da via Hedgehog, como o Vismodegibe (substância ativa), demonstraram-se embriotóxicos e/ou teratogênicos em várias espécies de animais e podem provocar defeitos da linha média, falta de dedos, e outras malformações irreversíveis no embrião ou feto em desenvolvimento.

Gravidez e lactação

Não existe nenhum estudo adequado ou bem controlado em gestantes utilizando Vismodegibe (substância ativa). Foi demonstrado que vismodegibe é embriotóxico e teratogênico em animais. Devido ao seu papel chave na via hedgehog na embriogênese e aos efeitos conhecidos de vismodegibe sobre o desenvolvimento pré e pós-natal, mulheres com possibilidade de engravidar devem ser orientadas a evitar a gravidez durante o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e durante 24 meses após a última dose. Gestantes não devem utilizar Vismodegibe (substância ativa) por causa do risco de óbito embrio-fetal ou dos graves defeitos de nascimento que este medicamento pode provocar.

Critério de definição de mulher em idade fértil: mulher sexualmente madura; que menstruou em qualquer momento durante os últimos 12 meses consecutivos; que não tenha sofrido histerectomia ou ooforectomia bilateral, ou que não tenha confirmação médica de falência ovariana prematura permanente; que não tenha genótipo XY, síndrome de Turner ou agenesia uterina; que se tornou amenorreica após terapia contra câncer, incluindo tratamento com Vismodegibe (substância ativa).

O profissional de saúde deverá orientar os pacientes para que eles entendam e reconheçam as condições sobre a prevenção de gravidez durante o tratamento com Vismodegibe (substância ativa).

Aconselhamento a pacientes do sexo feminino Mulheres em idade fértil devem entender que: Vismodegibe (substância ativa) pode expor o feto a risco teratogênico; Ela não deve utilizar Vismodegibe (substância ativa) se estiver grávida ou planeja engravidar; Ela deve apresentar resultado negativo em um teste de gravidez realizado por um profissional de saúde nos 7 dias anteriores ao início do tratamento com Vismodegibe (substância ativa); Ela deve apresentar resultado negativo em um teste de gravidez mensal durante o tratamento, mesmo que a paciente se torne amenorreica; Ela não deverá engravidar enquanto estiver em tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e por 24 meses após a última dose; Ela deverá ser capaz de cumprir as medidas contraceptivas eficazes; Ela deve usar duas formas de contracepção recomendadas, a menos que se comprometa a não ter relação sexual (abstinência). Os métodos contraceptivos devem estar sendo usados no momento do início do tratamento, durante todo o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e por 24 meses após a última dose; Ela deverá informar seu médico, durante o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) ou até 24 meses após a última dose, se: engravidar ou, por alguma razão, achar que pode estar grávida; não apresentar um período menstrual esperado; parar de realizar a contracepção, a não ser que se comprometa a não ter relação sexual (abstinência); precisar trocar de contraceptivo durante o tratamento; Ela não deverá amamentar durante o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e por 24 meses após a última dose. Aconselhamento a pacientes do sexo masculino Vismodegibe está presente no sêmen. Para evitar a potencial exposição fetal durante a gravidez, pacientes do sexo masculino devem entender que: Vismodegibe (substância ativa) expõe o feto a risco teratogênico se o paciente realizar atividade sexual sem proteção com uma mulher grávida; Ele deverá sempre utilizar a contracepção recomendada; Ele deverá informar seu médico caso sua parceira do sexo feminino engravide durante o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) ou durante os 3 meses após a última dose. Contracepção

Pacientes do sexo feminino em idade fértil devem usar dois métodos contraceptivos recomendados, incluindo um método altamente efetivo e um método de barreira. Os métodos contraceptivos devem estar sendo usados no momento do início do tratamento, durante todo o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e por 24 meses após a última dose.

Pacientes do sexo masculino devem sempre usar preservativo (com espermicida, se disponível), mesmo após vasectomia, durante relações sexuais com mulheres durante o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e por 3 meses após a última dose.

Os métodos altamente efetivos recomendados são injeção hormonal de depósito, esterilização tubária, vasectomia e dispositivo intrauterino (DIU). Os métodos de barreira recomendados são qualquer preservativo masculino (com espermicida, se disponível) ou diafragma (com espermicida, se disponível).

Teste de gravidez

Em mulheres em idade fértil, deve-se realizar um teste de gravidez sob supervisão médica nos 7 dias anteriores ao início do tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e mensalmente durante o tratamento. Testes de gravidez devem ter uma sensibilidade mínima de 25 mIU/mL, conforme disponibilidade local. Pacientes que apresentem amenorreia durante o tratamento com Vismodegibe (substância ativa) devem continuar realizando o teste mensal de gravidez durante o tratamento.

Efeitos sobre o desenvolvimento pós-natal

A fusão prematura das epífises foi relatada em pacientes expostos ao Vismodegibe (substância ativa). Em alguns casos, a fusão progrediu após a descontinuação do medicamento. Efeitos adversos irreversíveis sobre o crescimento dos dentes e fechamento prematuro da placa epifisária foram observados em ratos tratados com vismodegibe.

Lactantes e Amamentação

Não se sabe em que extensão vismodegibe é excretado no leite materno. Devido ao seu potencial de provocar defeitos sérios para o desenvolvimento em lactentes e crianças, vismodegibe é contraindicado em mulheres que estejam amamentando enquanto estiverem utilizando vismodegibe ativamente, ou se tiverem feito uso do produto nos últimos 24 meses.

Doação de sangue

Os pacientes não devem doar sangue nem hemoderivados enquanto estiverem em tratamento e durante 24 meses após a última dose de Vismodegibe (substância ativa).

Doação de sêmen

Pacientes do sexo masculino não devem doar sêmen enquanto estiverem em tratamento com Vismodegibe (substância ativa) e por até 3 meses após a última dose do medicamento.

Fertilidade

Vismodegibe (substância ativa) pode prejudicar a fertilidade. Foi observada amenorreia em estudos clínicos em mulheres com possibilidade de engravidar. A reversibilidade do comprometimento da fertilidade é desconhecida. Estratégias para preservação da fertilidade devem ser discutidas com as mulheres com possibilidade de engravidar antes do início do tratamento com Vismodegibe (substância ativa).

Excipientes

As cápsulas de Vismodegibe (substância ativa) contêm lactose monoidratada. Pacientes com problema hereditário raro de intolerância a galactose, deficiência de LAPP lactase ou má absorção de glucose-galactose não devem utilizar esse medicamento.

Capacidade de Dirigir e Operar Máquinas

Não foi realizado nenhum estudo sobre os efeitos de Vismodegibe (substância ativa) na capacidade de dirigir ou operar máquinas.

Uso em Populações Especiais

Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia de Vismodegibe (substância ativa) em pacientes pediátricos (menores de 18 anos) com CBC não foram estabelecidas. Não há dados disponíveis em pacientes pediátricos com CBC. Devido às preocupações de segurança, este medicamento não deve ser usado em crianças e adolescentes menores de 18 anos.

A fusão prematura das epífises foi relatada em pacientes pediátricos expostos ao Vismodegibe (substância ativa).

Uso em Idosos

Do número total de pacientes em estudos clínicos de Vismodegibe (substância ativa) com carcinoma basocelular avançado, aproximadamente 40% dos pacientes tinham 65 anos ou mais e nenhuma diferença geral com relação à segurança e eficácia foi observada entre esses pacientes e os mais jovens.

Insuficiência Renal

Não foi conduzido nenhum estudo clínico dedicado à avaliação do efeito da insuficiência renal na farmacocinética de vismodegibe. Os resultados da análise farmacocinética na população não demonstraram nenhum impacto da insuficiência renal leve a moderada na farmacocinética de vismodegibe. Nenhum ajuste de dose é requerido em pacientes com insuficiência renal.

Insuficiência Hepática

A farmacocinética, segurança e tolerabilidade de vismodegibe foram avaliadas em pacientes com disfunção hepática leve, moderada ou grave em estudo clínico dedicado, após múltiplas doses de vismodegibe. Os resultados demonstraram que não há impacto da insuficiência hepática na farmacocinética de vismodegibe. Nenhum ajuste de dose é requerido em pacientes com insuficiência hepática leve, moderada ou grave.

Até o momento, não há informações de que Vismodegibe (substância ativa) possa provocar doping.

Precauções adicionais

O paciente deve ser instruído a não compartilhar seu medicamento com outra pessoa. Quaisquer cápsulas não utilizadas ao final do tratamento devem ser imediatamente descartadas pelo paciente de acordo com os requerimentos locais.

Reações Adversas

Estudos clínicos

A segurança deste medicamento oi avaliada em mais de 2.300 pacientes e voluntários saudáveis em estudos clínicos. Os dados a seguir são referentes apacientes com carcinoma basocelular avançado tratados em estudos e que receberam pelo menos uma dose deste medicamento maior ou igual a 150 mg (dose habitual deste medicamento).

As reações muito comuns, que ocorreram em 10% ou mais dos pacientes que receberam este medicamento, estão resumidas na tabela a seguir:

Tabela 1 - Reações adversas muito comuns e comuns em pacientes tratados com este medicamento em estudos clínicos

Termo Preferido MedDRA

Pacientes CBCa (n = 138)

Qualquer grau* (%)

Frequência

Distúrbios gastrintestinais

Náuseas

48 (34,8%)

Muito comum

Diarreia

46 (33,3%)

Muito comum

Constipação

32 (23,2%)

Muito comum

Vômitos

23 (16,7%)

Muito comum

Dispepsia (má digestão)

15 (10,9%)

Muito comum

Dor abdominal

9 (6,5%)

Comum

Dor na parte superior do abdome

8 (5,8%)

Comum

Distúrbios gerais e condições do local de administração

Fadiga

65 (47,1%)

Muito comum

Astenia (fraqueza)

12 (8,7%)

Comum

Exames complementares de diagnóstico

Redução de peso

69 (50,0%)

Muito comum

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Redução do apetite

41 (29,7%)

Muito comum

Desidratação

7 (5,1%)

Comum

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

Espasmos musculares (contrações fortes)

103 (74,6%)

Muito comum

Artralgia (dor nas articulações)

23 (16,7%)

Muito comum

Dor nas extremidades

14 (10,1%)

Muito comum

Dor musculoesquelética

5 (3,6%)

Comum

Dor nas costas

3 (9,4%)

Comum

Dor musculoesquelética no peito

11 (8,0%)

Comum

Mialgia (dor muscular)

10 (7,2%)

Comum

Dor na lateral do tronco

5 (3,6%)

Comum

Distúrbios do sistema nervoso

Disgeusia (alteração do paladar)

81 (58,7%)

Muito comum

Ageusia (perda do paladar)

15 (10,9%)  

Muito comum

Hipogeusia (diminuição do paladar)

12 (8,7%)

Comum

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo

Alopecia (perda de pelos e cabelos)

91 (65,9%)

Muito comum

Madarose (perda de cílios ou da sobrancelha)

7 (5,1%)

Comum

Crescimento anormal de pelos

6 (4,3%)

Comum

Distúrbios reprodutivos e mamários

Amenorreia (ausência ou sensação anormal da menstruação)

3 (30%)**

Muito comum

Exames complementares de diagnóstico

Aumento de enzimas hepáticas***

2 (1,4%)

Comum

MedDRA: Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. * NCI-CTCAE v3.0 (National Cancer Institute – Common Terminology Criteria for Adverse Events): critério comum de terminologia para reações adversas. ** Dos 138 pacientes com CBC avançado, 10 eram mulheres com possibilidade de engravidar. Dentre essas mulheres, observou-se amenorreia em 3 pacientes (30%). *** O aumento de enzimas hepáticas inclui os seguintes termos preferíveis para os eventos adversos relatados: aumento de enzimas hepáticas, aumento de aspartato aminotransferase (AST), anormalidade no teste de função hepática, aumento de fosfatase alcalina no sangue, aumento de gama-glutamil transferase (GGT) e aumento de bilirrubina no sangue.

Exames complementares de diagnóstico

Aumento de creatinofosfoquinase sérica****

60 (4,9%)

Comum

****Baseado em um estudo de pós-aprovação com 1.215 pacientes.

Tabela 2 - Reações adversas de graus 3 e 4 em pacientes tratados com este medicamento em estudos clínicos

Termo Preferido MedDRA

Pacientes CBCa (n = 138)

Grau 3* (%)

Grau 4* (%)

Distúrbios gastrintestinais

Diarreia

3 (2,2%)

0

Dor abdominal

1 (0,7%)

0

Distúrbios gerais e condições do local de administração

Fadiga

8 (5,8%)

1 (0,7%)

Astenia (fraqueza)

3 (2,2%)

0

Exames complementares de diagnóstico

Redução de peso

14 (10,1%)

0

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Redução do apetite

3 (2,2%)

0

Desidratação

2 (1,4%)

0

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

Espasmos musculares (contrações fortes)

7 (5,1%)

0

Artralgia (dor nas articulações)

1 (0,7%)

0

Dor nas extremidades

1 (0,7%)

0

Dor nas costas

2 (1,4%)

0

Mialgia (dor muscular)

1 (0,7%)

0

Distúrbios reprodutivos e mamários

Amenorreia (ausência ou sensação anormal da menstruação)

2 (20%)**

0

* NCI-CTCAE v3.0. ** Dos 138 pacientes com CBC avançado, 10 eram mulheres com possibilidade de engravidar. Dentre essas mulheres, observou-se amenorreia grau 3 em 2 pacientes (20%).

Exames complementares de diagnóstico

 

Aumento de creatinofosfoquinase sérica***

10 (0,8%)

4 (0,3%)

***Baseado em um estudo de pós-aprovação com 1.215 pacientes.

Em geral, o perfil de segurança entre pacientes com carcinoma basocelular com metástases e localmente avançado foi compatível.

Alterações laboratoriais

Durante o uso deste medicamento, as alterações laboratoriais Grau 3 não foram comuns e não houve nenhuma alteração Grau 4 (a mais grave). Alterações laboratoriais que mudaram do valor inicial até o Grau 3 foram: redução do sódio (em 7 pacientes), redução do potássio (em 2 pacientes) e aumento da ureia (em 3 pacientes).

Experiência pós-comercialização

As seguintes reações adversas foram identificadas com a exposição à droga após a comercialização deste medicamento:

Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo

Fusão prematura das epífises.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

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