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Gadoversetamida - Bula

Para que serve

Sistema Nervoso Central

Gadoversetamida (substância ativa) é indicado para uso em ressonância magnética por imagem em pacientes com barreira hematoencefálica anormal ou vascularização anormal do cérebro, coluna vertebral e tecidos associados.

Fígado

Gadoversetamida (substância ativa) é indicado para uso em ressonância magnética para melhorar o contraste e facilitar a visualização de lesões com vascularização anormal no fígado em pacientes com suspeita alta de anormalidades da estrutura hepática ao exame por tomografia computadorizada.

Contraindicação

Gadoversetamida (substância ativa) é contraindicado em pacientes com doença renal grave crônica (taxa de filtração glomerular (TFG) < 30 ml/min/1,73m2 ); insuficiência renal aguda ou alergias conhecidas ou reações de hipersensibilidade conhecidas ao gadolínio, à versetamida ou a qualquer componente da fórmula do produto.

Como usar

Gadoversetamida (substância ativa) deve ser administrado sob a forma de injeção intravenosa periférica em bolus, na dose de 0,2 ml/kg (0,1 mmol/kg), na velocidade de 1 a 2 ml/segundo aplicado manualmente ou por meio de sistema de injeção automático de contraste.

Tabela 5: Quadro de posologia de Gadoversetamida (substância ativa)

Peso corporal

Dose: 0,1 mmol /kg

Quilos (kg)

Volume (ml)

40 8,0
50 10,0
60 12,0
70 14,0
80 16,0
90 18,0
100 20,0
110 22,0
120 24,0
130 26,0
140 28,0
150 30,0

Imagens

O procedimento de tomada da imagem deve ser completado dentro de 1 hora a partir da administração de Gadoversetamida (substância ativa). A segurança de doses repetidas não foi estudada. As imagens obtidas por ressonância magnética após a injeção de Gadoversetamida (substância ativa) devem ser comparadas com as imagens da mesma sequência sem contraste.

Manuseio do fármaco

Todos os produtos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente antes da administração. A solução não deve ser utilizada se apresentar coloração estranha ou presença de partículas.

Medicações concomitantes ou produtos para nutrição parenteral não devem ser fisicamente misturados com agentes de contraste e não devem ser administrados no mesmo acesso intravenoso devido ao potencial de incompatibilidade química.

Este produto não foi avaliado para uso em angiografia por ressonância magnética.

Gadoversetamida (substância ativa) deve ser aspirado para a seringa e administrado usando técnicas estéreis. Se for utilizado material não descartável, deve-se evitar a contaminação residual com traços de agentes de limpeza. A fim de garantir a injeção completa do meio de contraste, a injeção deve ser seguida por 5 ml de solução salina.

Porções não utilizadas do produto devem ser descartadas.

Quando forem usadas seringas descartáveis de plástico, o contraste deve ser aspirado do recipiente e usado imediatamente.

Gadoversetamida (substância ativa) pode ser armazenado a 37°C por até um mês em um aquecedor de meio de contraste utilizando circulação de ar quente. Caso o produto não seja utilizado após a permanência de um mês no aquecedor de contraste o mesmo deve ser destruído. Para períodos superiores a um mês, armazenar a 20-25°C.

Precauções

Alguns contrastes paramagnéticos podem prejudicar a visualização de lesões existentes observadas em exames de ressonância magnética sem contraste. Isto pode ser devido aos efeitos do contraste paramagnético em relação aos parâmetros de aquisição de sequências para formação de imagens, identificação errônea, etc.

Deve-se ter cuidado quando a interpretação de resultados de imagens pós-contraste for realizada na ausência de uma mesma fase ou de ressonância magnética sem contraste.

Uma vez que a gadoversetamida é depurada do organismo por filtração glomerular, deve-se ter cuidado em pacientes com disfunção renal. Ajustes da dose na disfunção renal não foram estudados. A hemodiálise pode ser necessária para eliminar o Gadoversetamida (substância ativa) se ele for administrado em pacientes com disfunção renal significante. Gadoversetamida (substância ativa) pode ser removido do organismo por hemodiálise.

A possibilidade de uma reação, mesmo tardia, inclusive grave, fatal, reações anafilactoides ou cardiovasculares ou outras idiossincráticas devem ser sempre consideradas, especialmente naqueles pacientes com hipersensibilidade clínica conhecida, histórico de asma ou outras doenças respiratórias.Estes pacientes devem ser acompanhados e observados mesmo após o término da administração.

A segurança da administração de doses repetidas não foi avaliada.

Procedimentos diagnósticos envolvendo o uso de agentes de contraste devem ser conduzidos sob supervisão de um médico. Instalações adequadas devem estar disponíveis para lidar com qualquer complicação do procedimento, bem como para o tratamento de emergência de reações graves ao próprio contraste.

Carcinogênese, mutagênese e comprometimento da fertilidade

Não foram realizados estudos de longo prazo com animais para avaliar o potencial carcinogênico da gadoversetamida. Os resultados dos seguintes ensaios de genotoxicidade foram negativos: ensaio de mutação reversa com Salmonella/ E. coli (Ames), ensaio de mutagênese em células de linfoma de camundongo e ensaio in vivo de micronúcleo de mamíferos. O ensaio in vitro de aberração cromossômica em células CHO sem ativação metabólica foi positivo.

Em um estudo de fertilidade, Gadoversetamida (substância ativa) administrado em ratos causou a redução e a degeneração irreversível de espermatócitos nos testículos e epidídimos e comprometimento da fertilidade em machos que receberam doses intravenosas de 2,0 mmol/kg/dia (4 vezes a dose humana, com base na área superficial do corpo) durante 7 semanas. Esses efeitos não foram observados com 0,5 mmol/kg/dia (uma vez a dose humana, com base na área superficial do corpo).

Em um estudo à parte de repetição da dose de 28 dias, em ratos, Gadoversetamida (substância ativa) causou a redução irreversível de peso dos órgãos reprodutivos masculinos, degeneração do epitélio germinal nos testículos, presença de células germinativas nos epidídimos e redução da contagem espermática depois de doses intravenosas diárias de 3,0 mmol/kg/dia (6 vezes a dose humana, com base na área superficial do corpo).

Esses efeitos não foram observados com 0,6 mmol/kg/dia (uma vez a dose humana, com base na área superficial do corpo) nem foram observados em estudos similares realizados com cães.

Em um estudo de dose única em ratos, Gadoversetamida (substância ativa) não produziu efeitos no sistema reprodutor dos machos 24 horas e 14 dias depois da administração intravenosa de 0,5 a 15 mmol/kg/dia (uma a 25 vezes a dose humana, com base na área superficial do corpo).

Gravidez Categoria C.

Não foram conduzidos estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Gadoversetamida (substância ativa) só deve ser usado durante a gravidez se o potencial benefício justificar o risco potencial para o feto.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Em animais, Gadoversetamida (substância ativa) reduziu o peso de neonatos, do nascimento até o desmame, com doses maternas de 0,5 mmol/kg/dia (uma vez a dose humana, com base na área superficial do corpo) durante 5 semanas (contando com a gestação) e com doses paternas de 0,5 mmol/kg/dia durante 12 semanas. Esse efeito não foi observado com 0,1 mmol/kg/dia (0,2 vezes a dose humana, com base na área superficial do corpo). Não se observou toxicidade materna em nenhuma dose.

Gadoversetamida (substância ativa) provocou redução do peso fetal médio, lobação hepática anormal, ossificação retardada das vértebras e retardo no desenvolvimento comportamental (reflexo de sobressalto e reflexo de endireitamento) em fetos de ratas que receberam 4,9 mmol/kg/dia (10 vezes a dose humana, com base na área superficial do corpo) do 7º ao 17º dia de gestação. Esses efeitos não foram observados com 0,7 mmol/kg/dia (uma vez a dose humana, com base na área superficial do corpo). Foi observada toxicidade materna com 4,9 mmol/kg/dia.

Gadoversetamida (substância ativa) provocou flexuras nos membros anteriores e alterações cardiovasculares em fetos de coelhas que receberam 0,4 e 1,6 mmol/kg/dia (respectivamente, 1 e 4 vezes a dose humana, com base na área superficial do corpo) do 6º ao 18º dia de gestação. As alterações cardiovasculares consistiam em malformação de artérias torácicas, defeito no septo e anormalidade no ventrículo. Esses efeitos não foram observados com 0,1 mmol/kg/dia (0,3 vezes a dose humana com base na área superficial do corpo). Não se observou toxicidade materna em nenhuma dose.

Lactação

Gadoversetamida (substância ativa) marcado com 153Gd foi excretado no leite de ratas lactantes que receberam uma dose intravenosa única de 0,1 mmol/kg. As lactantes devem interromper a amamentação e descartar o leite materno por até 72 horas após a administração de Gadoversetamida (substância ativa).

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia de Gadoversetamida (substância ativa) não foram estabelecidas em pacientes pediátricos.

Pacientes pediátricos podem ser particularmente vulneráveis a reações adversas a agentes de contraste à base de gadolínio devido à imaturidade renal e/ou insuficiência renal desconhecida.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas

Gadoversetamida (substância ativa) pode provocar tonturas e prejudicar a capacidade de dirigir ou conduzir máquinas. Até 1 em cada 100 pessoas podem ser afetadas.

Informações ao paciente

Os pacientes que receberão Gadoversetamida (substância ativa) devem ser instruídos a informar ao médico a presença de gravidez ou amamentação, doença renal e/ou hepática, anemia, hemoglobinopatias ou doenças que afetam os glóbulos vermelhos, história de asma ou doenças respiratórias alérgicas, convulsões ou doença cardíaca, além de todos os medicamentos que esteja tomando, inclusive medicamentos não prescritos, e se recebeu administração de agentes de contraste à base de gadolínio recentemente.

Gadolínio aumenta o risco de Fibrose Sistêmica Nefrogênica em pacientes com capacidade reduzida de eliminar drogas, portanto deve-se orientar o paciente sobre as manifestações clínicas e dos procedimentos adotados para avaliar a capacidade renal.

O paciente deve informar ao médico em caso de aparecerem sintomas como sensação de calor, coceira, inchaço, descamação, endurecimento da pele, aparecimento de manchas vermelhas ou escuras na pele, rigidez nas articulações com dificuldade para mover, dobrar ou endireitar os braços, mãos, pernas ou pés, dor nos ossos do quadril ou costelas; ou fraqueza muscular.

Advertências

Fibrose sistêmica Nefrogênica

Agentes de contraste à base de gadolínio aumentam o risco do desenvolvimento da fibrose sistêmica nefrogênica (FSN) em pacientes com deficiência na eliminação de drogas. Nestes pacientes, evitar o uso de agentes de contraste à base de gadolínio, a menos que informação diagnóstica seja essencial e não possa ser obtida por imagem de exames por ressonância magnética sem contraste ou outra modalidade.

FSN pode resultar em fibrose sistêmica fatal ou debilitante, afetando a pele, músculos e órgãos internos.

Não administre Gadoversetamida (substância ativa) em pacientes com:

Doença renal crônica e grave (taxa de filtração glomerular <30 ml/min/1,73m2). Insuficiência renal aguda.

Realize a triagem de pacientes com insuficiência renal aguda e outras condições que reduzem a função renal. Em pacientes com função renal reduzida (por exemplo, pacientes com idade >60 anos, hipertensão ou diabetes), deve-se estimar a taxa de filtração glomerular através de testes laboratoriais.

Não exceda a dose recomendada de Gadoversetamida (substância ativa) e permita que haja um período suficiente de tempo para a eliminação do agente de contraste pelo organismo antes de qualquer nova administração.

Os agentes de contraste à base de gadolínio aumentam o risco do desenvolvimento da fibrose sistêmica nefrogênica (FSN) em pacientes com deficiência na eliminação de drogas. Nestes pacientes, evitar o uso de agentes de contraste à base de gadolínio, a menos que informação diagnóstica seja essencial e não possa ser obtida por imagem de exames por ressonância magnética sem contraste ou outra modalidade.

Os agentes de contraste à base de gadolínio aumentam o risco do desenvolvimento da fibrose sistêmica nefrogênica (FSN) em pacientes com insuficiência renal crônica grave (taxa de filtração glomerular <30 ml/min/1,73m2 ) e em pacientes com insuficiência renal aguda. Não administre Gadoversetamida (substância ativa) nestes pacientes.

Em pacientes com insuficiência renal crônica moderada (taxa de filtração glomerular 30 - 59 ml/min/1,73m2 ) o risco é menor e pequeno, quando ocorre, em pacientes com insuficiência renal leve (taxa de filtração glomerular 60 - 89 ml/min/1,73m2 ). A FSN pode ser fatal ou resultar em lesões fibróticas debilitantes na pele, músculos e órgãos internos. Reporte à empresa caso ocorra algum diagnóstico de fibrose sistêmica nefrogênica após a administração de Gadoversetamida (substância ativa).

Realize triagem para pacientes com insuficiência renal aguda e outras condições que podem reduzir a função renal. Lesão renal aguda consiste em rápida (algumas horas a dias) e, geralmente, diminuição reversível da função renal, geralmente em cirurgias, infecção grave, lesão ou toxicidade renal induzida por drogas.

Níveis de creatinina sérica e taxa de filtração glomerular pode não ser os únicos dados confiáveis em pacientes com insuficiência hepática. Em pacientes com risco de insuficiência hepática crônica (idade > 60 anos, diabetes mellitus ou hipertensão crônica) deve-se estimar a taxa de filtração glomerular através de testes laboratoriais.

Entre os fatores que podem aumentar o risco para o desenvolvimento de FSN estão doses repetidas ou superiores da recomendada do agente de contraste à base de gadolínio e o grau de prejuízo da função renal no momento da exposição. Sempre registre o tipo de agente de contraste à base de gadolínio e a dose administrada no paciente. Ao administrar o Gadoversetamida (substância ativa), não exceda a dose recomendada e permita que haja um período suficiente de tempo para a eliminação do agente de contraste pelo organismo antes de qualquer nova administração.

Estudos in vitro demonstraram que eritrócitos falciformes desoxigenados alinham-se perpendicularmente a um campo magnético, podendo resultar em complicações vasculares oclusivas in vivo. O aumento do momento magnético pela gadoversetamida pode potencializar o alinhamento de eritrócitos falciformes.

Gadoversetamida (substância ativa) não foi estudado em pacientes com anemia falciforme e outras hemoglobinopatias. O risco potencial de hemólise após a injeção de Gadoversetamida (substância ativa) em pacientes com outras anemias hemolíticas não foi estudado.

Pacientes com história de alergia, reações a medicamentos ou outros distúrbios de hipersensibilidade podem ter maior risco e devem ser cuidadosamente observados durante o procedimento e por várias horas após a administração do produto.

Reações Adversas

Em um estudo, 1.309 indivíduos (24 voluntários saudáveis e 1.285 pacientes) receberam Optimark e 46 indivíduos receberam placebo (solução salina). Dos 1.309 indivíduos que receberam Optimark, 680 (52%) eram homens e 629 (48%) eram mulheres com idade média de 50 anos (de 12 a 85 anos). Nesta população, havia 1.102 (84%) brancos, 116 (9%) negros, 33 (3%) asiático, e 58 (4%) de outros grupos raciais. Ocorreram 8 eventos adversos graves e 1 morte. A única morte ocorreu em um paciente com doença multissistêmica avançada e parece estar relacionado com a doença subjacente. Seis dos oito eventos graves estavam associados à doença subjacente e dois pacientes apresentaram parestesia persistente ou dormência de etiologia desconhecida, necessitando de internação para avaliações de diagnóstico ou tratamento.

Dos 1.309 pacientes, 460 (35%) relataram pelo menos um evento adverso, de um total de 997 eventos adversos; e 22 (47,8%) dos 46 indivíduos que receberam placebo relataram pelo menos um evento adverso, de um total de 81 eventos adversos.

Os eventos adversos mais comumente observados foram dor de cabeça (9,4%), vasodilatação (6,4%), alteração do paladar (6,2%), tonturas (3,7%), náusea (3,2%) e parestesia (2,2%). De todos os pacientes que apresentaram eventos adversos, 95,8% dos eventos adversos foram de intensidade leve ou moderada após a dose de Optimark.

Eventos Adversos apresentados no estudo clínico

Frequência

Efeitos adversos possíveis

Comum ou frequente (pode afetar até 1 em 10 pessoas)

Dor de cabeça, dilatação dos vasos sanguíneos, gosto estranho na boca, tonturas, náuseas, sensação de formigamento, picada ou queimação, diarreia, dor abdominal, fraqueza, reação no local da injeção, coriza, dor nas costas, desconforto estomacal, dor.

Frequência exata desconhecida (≤1%)

Reações alérgicas, inchaço facial, febre, sintomas de gripe, mal-estar, descarga da membrana mucosa (revestimento do nariz, boca, pulmões e trato urinário e digestivo), rigidez no pescoço, dor no pescoço, dor pélvica, aumento da sudorese, batimentos cardíacos anormais, dor no peito, aumento da pressão no sangue, diminuição da pressão no sangue, palidez, sensação dos batimentos cardíacos, desmaios, aceleração dos batimentos cardíacos, espasmos dos vasos do sangue, falta de apetite, aumento do apetite, constipação, boca seca, dificuldade na deglutição, liberação de gases pela boca, flatulência, aumento da salivação, sede, vômito, diminuição de plaquetas no sangue, aumento de uma substância (creatinina, normalmente eliminada pelo rim) no sangue, inchaço, aumento de cálcio no sangue, aumento de açúcar no sangue, diminuição de sódio no sangue, dor nas articulações, cãibras nas pernas, dor e fraqueza muscular, espasmos, agitação, ansiedade, confusão de si e da realidade, visão turva, contração involuntária do músculo, alucinações, diminuição do tônus muscular ou rigidez, diminuição da sensação de toque, nervosismo, sonolência, tremor, vertigens, asma, tosse, dificuldade de respirar, sangramento nasal, sangue ao tossir, contração da garganta, inflamação na garganta, sinusite, alteração na voz, reação, inchaço e inflamação no local da aplicação, erupção cutânea com vermelhidão, inchaços ou bolhas, coceira, pele seca, inflamação causada por coágulo sanguíneo, urticária, diminuição da visão, cojuntivite, diminuição da tolerância ao som, transtorno do sentido do olfato, zumbido no ouvido, micção difícil ou dolorosa, diminuição da urina, freqüência urinária.

Período pós-comercialização

As seguintes reações adversas foram identificadas após a aprovação de uso de Optimark. Como são reações relatadas voluntariamente pela população geral e de tamanho incerto, não é sempre possível estimar sua frequência.

Fibrose nefrogênica sistêmica (FNS) provoca espessamento da pele que pode ser fatal e afetam tecidos e órgão internos; reações alérgicas incluindo constrição das vias respiratórias, inchaço da garganta e convulsão.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/cadastro.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

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